“O “CND” ou Símbolo da paz
O símbolo de “paz e amor”, usando á exaustão nos anos 70, completou meio-século de vida.
(Code of Nuclear Disarmament)
A origem pacifista se dá a uns 50 anos atrás. Foi desenhado para servir de logo para o Comitê de Ação Direta Contra a Guerra Nuclear e para a campanha de Desarme Nuclear. Duas organizações inglesas promoveram uma manifestação em Londres encabeçada justamente pelo ícone que, posteriormente, seria conhecido mundialmente.
O símbolo foi desenhado por Gerald Holtom, um designer e um objetor á Segunda Guerra Mundia, convenceu o DAC (Direct Action Committee Against Nuclear War – comitê de ação direta contra a guerra nuclear) londrino de que se um elemento visual fosse utilizado que simbolizasse o desarmamento nuclear, o protesto daquela sexta-feira santa de 1958 surtiria mais efeito no mundo. Foi assim que surgiu o símbolo “Ban the Bomb” (proíba a bomba), ou “Paz e Amor” como ficou conhecido aqui no Brasil. A partir da linguagem de bandeiras, por tratar-se de um código universal adotado em toda comunicação marítim, o que, portanto, assinava sua legalidade. O símbolo é uma sobreposição da letra N à letra D (N de Nuclear e D de Disarmament) e um círculo em volta simbolizando o planeta Terra..
Após o signo foi adotado por toda manifestação que suscitava por paz e ficou conhecido como o famoso símbolo da Paz e do Amor.”
Fonte: BBC News.
Em outro lugar…
“O símbolo da paz foi desenvolvido na Inglaterra como logo para uma campanha pelo desarmamento nuclear, e foi adotado pelos hippies americanos que eram contra a guerra nos anos 60.”
“Mais tarde, Holtom explicou que a marca era para ter simbolizado “um ser humano em desespero” com seus braços esticados para baixo. Até sua morte em 1985, Holtom tentou fazer de tudo para que o sinal fosse invertido horizontalmente, pois tinha se arrependido da conotação de desespero e queria que a “paz fosse celebrada” e não lamentada.
No entanto, existe alguns relatos de que o símbolo tenha sido usado anteriormente nos túmulos de soldados do SS (exército alemão) que morreram durante a Segunda Guerra, anos antes.”

Yin Yang é, na filosofia chinesa, uma representação do príncipio da dualidade de yin e yang, o conceito tem sua origem no Tao (ou Dao), base da filosofia e metafísica da cultura daquele país.
Segundo este princípio, duas forças complementares compõem tudo que existe, e do equilíbrio dinâmico entre elas surge todo movimento e mutação. Essas forças são:
* Yang: o princípio activo, diurno, luminoso, quente, masculino.
* Yin: o princípio passivo, noturno, escuro, frio, feminino
Também é identificado como o tigre e o dragão representando os opostos.
Essas qualidades acima atribuídas a cada uma das dualidade são, não definições, mas analogias que exemplificam a expressão de cada um deles no mundo fenoménico. Os princípios em si mesmos estão implícitos em toda e qualquer manifestação.
Os exemplos acima não incluem qualquer juízo de valor, e não há qualquer hierarquia entre os dois princípios. Assim, referir-se a Yang como negativo apenas indica que ele é negativo quando comparado com Yin, que será positivo. Esta analogia é como a carga elétrica atribuída a protons e electrons: os opostos complementam-se, positivo não é bom ou mau, é apenas o oposto complementar de negativo.
O diagrama do Taiji simboliza o equilíbrio das forças da natureza, da mente e do físico. (Preto) e (branco) integrados num movimento contínuo de geração mútua representam a interação destas forças.
A realidade observada é fluida e em constante mutação, na perspectiva da filosofia chinesa tradicional. Portanto, tudo que existe contém tanto o princípio Yin quanto o Yang. O símbolo Taiji expressa esse conceito: o Yin dá origem ao Yang e o Yang dá origem ao Yin.
Desde os primeiros tempos, os dois pólos arquetípicos da natureza foram representados não apenas pelo claro e pelo escuro, mas, igualmente pelo masculino e pelo feminino, pelo inflexível e pelo dócil, pelo acima e pelo abaixo.
O Yang,o poder criador era associado ao céu e ao Sol, enquanto o Yin corresponde à terra, ao receptivo, feminino e à Lua. O céu está acima e esta cheio de movimento. A terra – na antiga concepção geocêntrica – está em baixo e em repouso. Dessa forma, yin passou a simbolizar o repouso e yang, o movimento. No reino do pensamento, yin é a mente intuitiva, feminina e complexa, ao passo que yang é o intelecto masculino,racional e claro. Yin é a tranqüilidade contemplativa do sábio, yang a vigorosa ação criativa do rei.
Esse diagrama apresenta uma disposição simetrica do yin sombrio e do yang claro . A simetria, contudo não é estática. É uma simetria rotacional que sugere,de forma eloquente, um continuo movimento cíclico. Os dois pontos do diagrama simbolizam a idéia de que toda vez que cada uma das forças atinge seu ponto extremo, manifesta dentro de si a semente de seu oposto.
O Primeiro Comando da Capital (PCC) é uma organização criminosa paulistana, criada com o objetivo manifesto de defender os direitos de cidadãos encarcerados no país. Surgiu no início da década de 1990 no Centro de Reabilitação Penitenciária de Taubaté, local que acolhia prisioneiros transferidos por serem considerados de alta periculosidade pelas autoridades.
A organização também é identificada pelos números 15.3.3; a letra “P” é a 15ª letra do alfabeto português e a letra “C” é a terceira.
O PCC, que foi também chamado no início como Partido do Crime, afirmava que pretendia “combater a opressão dentro do sistema prisional paulista” e “vingar a morte dos cento e onze presos”, em 2 de outubro de 1992, no “massacre do Carandiru”, quando a Polícia Militar matou presidiários no pavilhão 9 da extinta Casa de Detenção de São Paulo.
O grupo usava o símbolo chinês do equilíbrio yin-yang em preto e branco, considerando que era “uma maneira de equilibrar o bem e o mal com sabedoria”.
E tudo isso explica, mas não justifica, que a polícia paulistana reprima agressivamente aos adolecentes que tragam em si o símbolo do Yin & Yang.
Cada geração tem em seu estágio jóvem uma marca de volúpia e curtição, uma bandeira de rebeldia, uns são mais zem, outros mais cult, na minha juventude eu usei vários desses emblemas, alguns uso até hoje ainda. Um deles por acaso é o Yin Yang que me fascina pelo seu significado profundamente filosófico, a antítese da antítese da antitese da antitese, escrevi uma vez, e o pleno equilíbrio. Equilíbrio é a condição mais dificil e necessita monstruosa precisão para ser alcançada, isso sempre me facinou. E por sí só uma lição de vida que muitos precisariam aprender. Posso compreender que em rebeliões em massa, passeatas e afins o Estado reaja com violência em nome da ordem. Mas nunca vi que isso acontecesse em casos isolados, nunca vi nem soube de alguém sendo agredido pela polícia por usar um boton de Sex, “Drugs and Rock in Roll” que como acabei descobrindo é só uma modernização de um dito popular do século XVIII usado em vários idiomas!
* Inglês: „Wine, women and song“
* Alemão: „Wein, waib und gesange“
* spanisch: „Vino, mujeres y canciones“
* französisch: „Vin, femme et chanson“
* dänisch: „Vin, kvinder og sang“
* schwedisch: „Vin, kvinnor och sång“
* türkisch: „At, Avrat, Silah“ (Pferd, Frau, Waffe)
* Urdu: „Kabab, Sharab aur Shabab“ (Carne, Vinho e Mulher/ Beleza)
* Bengali/Hindi/Sanskrit: „Sur, Sura, Sundari“ (Música, Vinho e Mulher
* polnisch: „Wino, kobiety i śpiew“
* lateinisch: „Venus, vina, musica“
* PORTUGUÊS: „Cachaça, Mulher e Samba!“