Smiley, Emoticons & Co.
Kaum zu glauben, aber das Internet gibt es schon seit einer kleinen Ewigkeit. Eines der Relikte von damals feiert heute seinen 20. Geburtstag: die ASCII-Grinsebacke namens Smiley.
Scott Fahlmann hat es anläßlich einer Netz-Diskussion am 19. 9. 1982 um 11:44 Uhr zum ersten Mal gepostet. Thema seinerzeit: Wie kennzeichne ich einen nicht ganz ernst gemeinten Text? Denn Streits in Diskussionsforen und Mailinglisten gab es schon damals. Also schlug er die Zeichenkombination :-) vor, um all denjenigen, die beim Erkennen einer scherzhaften Bemerkung Schwierigkeiten haben, auf die Sprünge zu helfen.
Prost, Scott! %*)
A tradução prometida:
Inacreditável, mas a internet já existe há uma pequena eternidade. Uma de suas relíquias completou 20 anos 19.9.2002: Os ASCII- sorrisos de nome Smiley.
Scott Fahllmann durante uma discussão na rede em 19 de setembro de 1982 às 11:44hs postou pela primeira vez. O Tema no seu tempo: Como eu demarco um texto não muito sério? Pois brigas e discussões em Foruns já existiam naqueles tempos. Então, ele propoz a combinação de caracteres :-) para auxiliar a todos aqueles que tinham dificuldades de perceber o tom de brincadeira dos textos.
Saúde Scott! %*)
:-) Pessoa Sorrindo
:-))) Pessoa Gargalhando
:-( Pessoa Triste
:-((( Pessoa muito Triste
(:-… Pessoa Chorando
x-) Pessoa Tímida
:-Þ Pessoa Mostrando a Lingua
:-x Pessoa dando um Beijinho
:-o Pessoa Surpriendida (OH!)
;-) Pessoa dando uma Piscadinha
:-)x Pessoa usando Gravata Borboleta
~(:-) Pessoa usando Rabo-de-Cavalo
:-@ Pessoa Berrando , mas bem que pode ser um beijo de língua!
:^) Pessoa Nariguda
:-7 Pessoa Fazendo Biquinho
:-{ Pessoa de Bigode
:-s Pessoa Enjoada
c|:-) Pessoa usando Chapéu-côco
:-’) Pessoa Gripada
:-B Pessoa Dentuça
:-9 Pessoa Lambendo os Beiços
:-“ Pessoa Cochicando
:-(#) Pessoa Usando Aparelho
|-o Pessoa Dormindo
::-) Pessoa Bêbada
:-> Pessoa Meiga
¶:-) Pessoa de Boné d:-) também serve
:-¢ Pessoa usando Fio dental
=:-o Pessoa Assustada
:-[|] Pessoa Muito brava
:- Pessoa Desconfiada
å|:-) Pessoa usando Chapéu
:-< Pessoa mal-Humorada
:-T Pessoa Duvidando
(:~ Pessoa Elegante
:-p Pessoa falando Francês
:-c Pessoa Emburrada
8-) Pessoa de Óculos
:-6 Pessoa com Nojo
:-* Pessoa mandando Beijo
o:-) Anjinho
<|:-§> Papai Noel
(:)-) Mergulhador
<:-| Burro
&:-) Elvis
2:-) Topetudo
P-) Pirata
:*( Lágrima Caindo embora eu ainda prefira :’(
(.)(.) Tô di Olho em Vc
>:-) Antenado
:-v Patati, Patatá
:-D Há Há Há
}¡{ Borboleta
^.^ Gatinha
}:©| Touro
÷> Galinha
@—– Rosa @—>—– Com folhas…rs
~/~/ Brinde (Tin Tin) ‘ \~~/\~~/”
:8) Porquinho
}:-(> Diabo
`|:-) Índio
:-() Bocão
<|:/) Pinóquio
»:-) Cabelos ao vento
É:-( Corno
E:-) Franjinha
:-.) Cindy Crawford
§:-) Bonitão
):-[ Vampiro
:-| Humpf
C:- ¹ Caveira
(:U Pato
C|g-§ Lorde Inglês
{|:-) Escoteiro
:')) Raposa
(||] Big Mac
(|}] Cheddar MacMelt
(|] Hanburguer
||/ McFritas
o> Casquinha
Quanto a minha guerra particular contra o MSN…
Eu disse que já tinha deletado os emoticons, deletei uma parte, a que está na lista superior entitulada “Meus emoticons”. Na lista chamada de “Standart” ELES SÃO INDELETÁVEIS!!! GRRRRR!
Mesmo assim continuarei a sorrir!
=)
Dragão
sXIII cf. IVPM
Acepções
■ substantivo masculino
1 animal fabuloso ger. representado como serpente ou sáurio com o corpo coberto de escamas [Eventualmente ainda pode ter garras de leão, asas de águia ou de morcego, longo pescoço, e uma grande boca, com a língua sagitada ou bífida, que expele fogo.]
2 Derivação: por metonímia. Rubrica: heráldica.
emblema ou insígnia que representa um dragão
3 Derivação: por metonímia. Rubrica: heráldica, história.
no exército romano, a insígnia da coorte
4 Rubrica: história, termo militar.
soldado de cavalaria que podia combater a pé em algumas circunstâncias
5 Rubrica: religião.
em linguagem mística (esp. bíblica), um ser que simboliza o poder do mal, o inimigo do gênero humano; diabo, demônio
Ex.: o d. do apocalipse
6 Derivação: por extensão de sentido. Uso: pejorativo.
pessoa de má índole ou rígida e intratável em qualquer circunstância
Ex.: casou com aquele d. e perdeu a paz
7 Regionalismo: Brasil. Uso: informal.
receptador de furtos
8 Regionalismo: Portugal (dialetismo).
homem forte e musculoso
9 Regionalismo: Brasil. Uso: informal, pejorativo.
indivíduo muito feio
10 Derivação: por analogia (formal). Rubrica: astronomia.
constelação do hemisfério boreal; Drago
Obs.: inicial maiúsc.
11 Rubrica: herpetologia.
design. comum aos pequenos lagartos agamídeos do gên. Draco, encontrados na Ásia, com longas costelas cobertas com membranas, o que lhes possibilita planar de uma árvore a outra; dragão-voador
12 Rubrica: ictiologia.
peixe teleósteo, perciforme, da fam. dos gobiídeos (Gobioides braussonnetti), encontrado desde a Flórida até o Sul do Brasil, com cerca de 60 cm de comprimento, corpo serpentiforme, coloração marrom com faixas enegrecidas, dorsal única e contínua e pélvicas em disco; amboré, amoré, amoréia, babosa, cundunda, emboré, maiuíra, maria-da-toca, muçurango, muçurungo
13 (1930)Rubrica: ornitologia. Regionalismo: Brasil.
ave passeriforme, gregária (Pseudoleistes virescens), da fam. dos emberizídeos, que ocorre no Sul do Brasil, semelhante ao chupim-do-brejo, exceto na menor extensão de amarelo no ventre e no tamanho reduzido; dragão-do-banhado, melro-do-brejo
14 Rubrica: veterinária.
catarata (no cavalo)
Locuções
d. da independência
Rubrica: história.
cada um dos integrantes do 1o Regimento de Cavalaria de Guardas que se aquartela em Brasília [A função desse regimento é a guarda e a segurança do presidente da República; origina-se da antiga Arma de Cavalaria criada em 1808 pelo príncipe-regente D. João para a guarda da família real.]
Obs.: com iniciais maiúsc. e ger. no pl.
Etimologia
gr. drákón,ontos ‘dragão, serpente, espécie de peixe, dragão (símbolo militar em Roma), colar ou bracelete em forma de serpente, o Dragão (constelação), espécie de laço ou bandagem’, através do lat. dràco,ónis ‘id.’; voc. der. do genit. lat. dracónis, divg. de drago, por sua vez der. do nom. lat. dràco; ver drag(on)- e draco(nto)-; f.hist. sXIII dragões, sXIII dragon, sXIV adragom, sXIV drago, sXV draguões
Sinônimos
ver sinonímia de diabo
Gramática
fem. dragoa
ABSURDO
{verbete}1589 cf. Arrais
Acepções
■ adjetivo
2 Derivação: por extensão de sentido.
que não se enquadra em regras e condições estabelecidas
3 carente de argúcia, agudez; tolo, ingênuo
■ substantivo masculino
4 aquilo que é contrário à sensatez e ao bom senso; coisa absurda, disparatada; absurdez, absurdeza, absurdidade
Ex.: teatro do a.
5 qualidade ou condição de existência num mundo sem sentido e irracional
6 projeto irrealizável; sonho, utopia
7 Rubrica: filosofia.
para os filósofos da Antiguidade e Idade Média, pensamento contraditório, incoerente em seus próprios termos ou inconsistente de um ponto de vista lógico
Obs.: cf. redução ao absurdo
8 Rubrica: filosofia.
em Kierkegaard (1813-1855), a distância que separa a subjetividade verdadeira em comunhão com Deus de qualquer abstração racionalista
9 Rubrica: filosofia.
no existencialismo literário e filosófico (Camus, Sartre etc.), falta de sentido ou de justificação racional para a existência do homem e do universo
Etimologia
lat. absúrdus,a,um ‘destoante, desagradável ao ouvido, que não convém, impróprio, incongruente, estúpido, tolo, sem sentido’; ver surd(i)-
Sinônimos
como subst.: ver sinonímia de contra-senso, desatino e quimera; como adj.: ver sinonímia de ilógico
Antônimos
como subst.: ver antonímia de contra-senso

Definição de NADA: s.m. A não-existência, o que não existe; o vazio: depois da morte, o nada. / Coisa nula, sem valor; bagatela, ninharia, inutilidade, nonada: mãos habilíssimas que convertem nadas em verdadeiras jóias. / Filosofia. Categoria filosófica que representa o não-ser, a ausência de existência: a principal obra filosófica de Sartre é "O ser e o nada". / Pron. indef. Coisa alguma, nenhuma coisa (por opos. a tudo): não há nada dentro da gaveta. / Alguma coisa, algo (em perguntas, embora raramente): há nada mais natural que os extremos opostos se atraírem? // De nada; por nada, não há de quê; não tem de quê (usados como resposta cortês às fórmulas de agradecimento "obrigado", "muito obrigado", "agradecido" etc). // — loc. adj. De nada, insignificante, irrisório, que merece pouca consideração, que inspira pouco ou nenhum temor ou respeito: homenzinho de nada. // Nada mau, melhor do que se esperava, razoável. // Nada bom, nem um pouco bom, péssimo. // Nada feito, em vão, inutilmente. // Nada disso!, de forma alguma, de jeito nenhum. // Nada de novo, nenhuma novidade. // — loc. adv. Antes de mais nada, primeiramente, em primeiro lugar, antes de tudo. // — loc. adv. Por nada; por um nada; por um triz, por pouco. // — loc. adv. Há nada, ainda há pouco, ainda agora, há pouco tempo atrás: há nada, vi-o passar. // — loc. adv. Nada obstante, não obstante, todavia. // — loc. conj. Nada menos, contudo, todavia. // Nada de; nada mais de, não convém, não se deve, não é bom. // Não servir de (ou para) nada, ser perfeitamente inútil, não ter serventia. // Não prestar para nada, não ter préstimo, utilidade ou aplicação. // Não se dar nada a alguém com (ou de) alguma coisa, não lhe importar, ser-lhe indiferente: já não se lhe dá nada de que o chamem de bêbedo. // Ter em nada, estimar em nada, não dar apreço, não considerar valioso. // Não ter nada a ver com (um fato, uma situação, uma pessoa), não estar envolvido em ou com, não ter responsabilidade ou culpa alguma. // Não ser nada (de uma pessoa), não ser parente ou amigo dessa pessoa, não ter laço ou compromisso com ela. // Não ter nada de, não ser, e muito pelo contrário, nem sequer parecer. // Vir do nada, ser de origem humilde, de baixa extração. // Bras. Pop. Não ser de nada, ser um conversa-fiada, não ser capaz ou não ter o hábito de cumprir as ameaças que faz ou os desígnios em que se empenha.
Então?
Eles estão de olho em nós!!!!
Mais de uma década do uso de radares orbitais de abertura sintética em aplicações nas Geociências, particularmente no trópico úmido, têm demonstrado o valor da informação derivada principalmente através de abordagens qualitativas. Imagens de amplitude têm sido usadas para mapeamento do terreno através de abordagens monoscópicas, estereoscópicas, com produtos digitais integrados e classificação textural. O artigo discute a tendência das aplicações atuais na Car-tografia e Geologia baseadas em dados convencionais de radar (uma freqüência, uma polarização) e as perspectivas relacionadas com abordagens mais quantitativas com o advento dos radares imageadores multipolarizados, polarimétricos e interferométricos.

O óleo

The betrothal of the Arnolfini
[Jan (Johanes) von Eick]
Se a pintura à óleo não foi uma revelação súbita, poucas invenções merecem essa qualificação. Já os pintores gregos avinham com o problema de encontrar um elemento seguro para diluir as tintas, de modo que aderissem indefinitivamente sem perder brilho. Experimentara-se o vinagre, a clara de ovo, toda a sorte de misturas extravagantes. Nenhuma, porém, dera êxito, e os pintores continuavam limitados à técnica rudimentar do fresco.
Rudimentar e grosseira de fato, especialmente quando, em vez de pintar diretamente numa parede, havia necessidade de fazer um quadro transportável. Antes de tudo, revestia-se uma tábua dum forro de linho sobre o qual estendia-se um par de camadas de cal amassada com grude – o que os italianos denominavam como gesso. Depois, intervinha o aprendiz que, sendo o tempo fator negligenciável, alisava a superfície do estuque, até torna-la semelhante ao mármore polido. Passava-se então para o quadro assim preparado o desenho preliminar, ou esboço, exatamente como reproduzir um desenho a lápis, na pedra litográfica.
Por via de regra, o fundo era uma camada tosca de verde ou outro tom escuro. Terminados esses aprestos, com grandes desperdícios de tempo, aplicavam-se as tintas propriamente ditas, diluídas em ovos. Mas — o que não é indispensável na pintura à óleo — tudo tinha de ser escrupulosamente certo, desde o princípio. Não havia possibilidade de emendar as figuras, nessa superfície rija como pedra, nem de remediar erros prováveis, sobrepondo-lhes nova mão de pintura.
Outro inconveniente consistia no tom de fundo. Com o tempo, as cores começavam a desmerecer, e o quadro todo tomava um aspecto esverdeado ou pardacento nada agradável.
Não ouve, porém, outro meio, enquanto na terceira década do século XV não circulou nos estúdios italianos a vaga notícia de que na Flandres longínqua se descobrira um sistema de pintar absolutamente novo e que dispensava as grosseiras camadas intermediárias de linho e de gesso.
Por muito tempo, ninguém soube dizer de que de que se tratava. Os segredos dessa espécie pertenciam ou individualmente aos artistas ou às corporações de que eles eram membros; e as corporações os guardavam zelosamente.
Afinal, porém, o nome do inventor, ou melhor; dos inventores se tornou conhecido. Eram eles os dois irmãos Humbert e Johanes van Eyck
andróide paranóico
RADIOHEAD: PARANOID ANDROID





